sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Zeca Afonso - 25 anos
Faz hoje 25 anos que desapareceu Zeca Afonso, o mais importante e influente cantor de intervenção português. Foi um grande combatente do Fascismo e foi uma das suas músicas, "Grândola, Vila Morena", que serviu como sinal para dar início à Revolução dos Cravos (25 de Abril de 1974).
Obrigado, Zeca.
Somos filhos da madrugada
Pelas praias do mar nos vamos
À procura de quem nos traga
Verde oliva de flor nos ramos
Navegamos de vaga em vaga
Não soubemos de dor nem mágoa
Pelas praia do mar nos vamos
À procura da manhã clara
Lá do cimo de uma montanha
Acendemos uma fogueira
Para não se apagar a chama
Que dá vida na noite inteira
Mensageira pomba chamada
Mensageira da madrugada
Quando a noite vier que venha
Lá do cimo de uma montanha
Onde o vento cortou amarras
Largaremos p'la noite fora
Onde há sempre uma boa estrela
Noite e dia ao romper da aurora
Vira a proa minha galera
Que a vitória já não espera
Fresca, brisa, moira encantada
Vira a proa da minha barca.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Ouvir e repetir - Um dia normal
O que faço num dia normal? Acordo por volta da sete, levantanto-me e tomo o pequeno-almoço. Depois tomo um duche rápido, lavo os dentes e saio para o trabalho. Habitualmente vou de bicicleta, embora por vezes apanhe o autocarro. Por volta da uma almoço perto do trabalho e tomo um café cheio antes de voltar para o meu emprego. A meio da tarde, pego no meu saco e vou ao ginásio. Por vezes passo pelo supermercado e faço algumas compras para a casa. Chego a casa por volta das oito da noite e faço o jantar. Durante a semana vejo um pouco de televisão ou navego na internet. Antes de dormir, leio um bom livro e por volta da meia noite vou para a cama. De vez em quando, antes ou depois de jantar, saio e bebo um copo com os amigos. Claro que ao fim de semana aproveito sempre para dormir mais um pouco de manhã.
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Expressões idiomáticas - Idioms
Ter (estar com) a corda na garganta.
Significado: estar numa situação aflitiva ou desesperante.
Exemplos:
- Desde que estou desempregado que estou com a corda na garganta.
- A equipa já não vence há três jogos e está cada vez mais com a corda na garganta.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Lenços dos namorados
"O meu coração só por ti suspira, só a ti adora"
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Expressões idiomáticas - Idioms
Ter a faca e o queijo na mão.
Significado: ter uma situação totalmente a seu favor, ter a possibilidade de decidir uma questão como se quiser.
Exemplos:
- Com uma vantagem de cinco pontos, a equipa ABC tem a faca e o queijo na mão.
- Com tudo o que sabe sobre mim, ele tem a faca e o queijo na mão.
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Música ao domingo
Um magnífico poema de Ary dos Santos na voz de Mafalda Arnauth - "Estrela da tarde"
Era a tarde mais longa de todas as tardes
Que me acontecia
Eu esperava por ti, tu não vinhas
Tardavas e eu entardecia
Era tarde, tão tarde, que a boca,
Tardando-lhe o beijo, mordia
Quando à boca da noite surgiste
Na tarde tal rosa tardia
Quando nós nos olhamos tardamos no beijo
Que a boca pedia
E na tarde ficamos unidos ardendo na luz
Que morria
Em nós dois nessa tarde em que tanto
Tardaste o sol amanhecia
Era tarde demais para haver outra noite,
Para haver outro dia.
Meu amor, meu amor
Minha estrela da tarde
Que o luar te amanheça e o meu corpo te guarde.
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza
Se tu és a alegria ou se és a tristeza.
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza.
Foi a noite mais bela de todas as noites
Que me aconteceram
Dos noturnos silêncios que à noite
De aromas e beijos se encheram
Foi a noite em que os nossos dois
Corpos cansados não adormeceram
E da estrada mais linda da noite uma festa de fogo fizeram.
Foram noites e noites que numa só noite
Nos aconteceram
Era o dia da noite de todas as noites
Que nos precederam
Era a noite mais clara daqueles
Que à noite amando se deram
E entre os braços da noite de tanto
Se amarem, vivendo morreram.
Meu amor, meu amor
Minha estrela da tarde
Que o luar te amanheça e o meu corpo te guarde.
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza
Se tu és a alegria ou se és a tristeza.
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza.
Eu não sei, meu amor, se o que digo
É ternura, se é riso, se é pranto
É por ti que adormeço e acordo
E acordado recordo no canto
Essa tarde em que tarde surgiste
Dum triste e profundo recanto
Essa noite em que cedo nasceste despida
De mágoa e de espanto.
Meu amor, nunca é tarde nem cedo
Para quem se quer tanto!
Era a tarde mais longa de todas as tardes
Que me acontecia
Eu esperava por ti, tu não vinhas
Tardavas e eu entardecia
Era tarde, tão tarde, que a boca,
Tardando-lhe o beijo, mordia
Quando à boca da noite surgiste
Na tarde tal rosa tardia
Quando nós nos olhamos tardamos no beijo
Que a boca pedia
E na tarde ficamos unidos ardendo na luz
Que morria
Em nós dois nessa tarde em que tanto
Tardaste o sol amanhecia
Era tarde demais para haver outra noite,
Para haver outro dia.
Meu amor, meu amor
Minha estrela da tarde
Que o luar te amanheça e o meu corpo te guarde.
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza
Se tu és a alegria ou se és a tristeza.
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza.
Foi a noite mais bela de todas as noites
Que me aconteceram
Dos noturnos silêncios que à noite
De aromas e beijos se encheram
Foi a noite em que os nossos dois
Corpos cansados não adormeceram
E da estrada mais linda da noite uma festa de fogo fizeram.
Foram noites e noites que numa só noite
Nos aconteceram
Era o dia da noite de todas as noites
Que nos precederam
Era a noite mais clara daqueles
Que à noite amando se deram
E entre os braços da noite de tanto
Se amarem, vivendo morreram.
Meu amor, meu amor
Minha estrela da tarde
Que o luar te amanheça e o meu corpo te guarde.
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza
Se tu és a alegria ou se és a tristeza.
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza.
Eu não sei, meu amor, se o que digo
É ternura, se é riso, se é pranto
É por ti que adormeço e acordo
E acordado recordo no canto
Essa tarde em que tarde surgiste
Dum triste e profundo recanto
Essa noite em que cedo nasceste despida
De mágoa e de espanto.
Meu amor, nunca é tarde nem cedo
Para quem se quer tanto!
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Descosido ou descozido?
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Ouvir e repetir - Receita dos pastéis de nata.
Receita dos Pastéis de Nata (retirada daqui)
Ingredientes:
1/2 litro de leite
2 c/sopa de farinha Maizena
1/2 de uma vagem de baunilha
200g de açúcar
6 gemas
massa folhada congelada
Preparação:
Ingredientes:
1/2 litro de leite
2 c/sopa de farinha Maizena
1/2 de uma vagem de baunilha
200g de açúcar
6 gemas
massa folhada congelada
Preparação:
Num tacho deita-se o leite, o açúcar, a farinha maizena e a vagem de baunilha, leva-se ao lume,mexendo sempre até engrossar.Tira-se do lume e deixa-se arrefecer um pouco, juntam-se as 6 gemas, mexe-se bem, e vai novamente ao lume a cozer as gemas sem deixar de mexer. Forram-se as forminhas com massa folhada,enchem-se com o creme e vai ao forno a alourar a 180º durante 25 minutos.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Vocabulário - Vegetais (solução)
ESPINAFRE - SPINACH
ERVILHA - PEA
PEPINO - CUCUMBER
NABO - TURNIP
BATATA - POTATOE
ALFACE - LETTUCE
CEBOLA - ONION
NABIÇA - TURNIP GREENS
ALHO - GARLIC
TOMATE - TOMATO
FEIJÃO - BEAN
FAVA - BROAD BEAN
COUVE - CABBAGE
CENOURA - CAROT
AGRIÃO - WATERCRESS
Solução do exercício do dia 25 de Janeiro
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Expressões idiomáticas - Idioms
Segurar a vela / servir de vela
Significado: situação da pessoa que acompanha um casal de namorados e que, por isso, se encontra numa situação desconfortável.
Exemplos:
- Não vou sair contigo e com a tua namorada. Não me está a apetecer servir de vela.
- Saí com o João e a Maria. Passei a noite a segurar a vela.
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Música ao domingo
Expensive Soul, "Dou-te nada"
Qual era a minha posição
Se tu queres viver assim
Perder-te assim
Senti que tinha obrigação
Em tentar salvar-te
Mas não é dar-te
Tudo o que queres é demais para mim
Não te quero dar mais do que posso
Dou-te nada
Quando tu queres tudo
Dou-te tudo
Quando não queres nada
Queres tudo queres
Não queres nada, não
(x4)
Qual era a tua indecisão
Se tu vais sentir por fim
Noites frias sem mim
Não basta só ter a intenção
É preciso dares-te
Sem duvidares que
Tudo o que queres é demais para mim
E eu não consigo dar mais do que posso
Dou-te nada
Quando tu queres tudo
Dou-te tudo
Quando não queres nada
Não vamos fazer disto mais uma canção
Leva-me a sério e ouve o que eu te disse no refrão
Eu não quero ser sempre o teu porto seguro
Mas tenho a certeza que és o meu futuro
Como farei, direi ser o teu predilecto
Partilhar contigo tudo no mesmo tecto
Lamechices que eu amo demais
Estou tão apanhado por ti que só me apetece pedir a mão aos teus pais
Viver alguns tipo anos 60
Onde tudo era tão belo
Virgem, simples, perfeito
Se estás apaixonada não fiques parada
Porque eu
Dou-te nada
Quando tu queres tudo
Dou-te tudo
Quando não queres nada
Se tu queres viver assim
Perder-te assim
Senti que tinha obrigação
Em tentar salvar-te
Mas não é dar-te
Tudo o que queres é demais para mim
Não te quero dar mais do que posso
Dou-te nada
Quando tu queres tudo
Dou-te tudo
Quando não queres nada
Queres tudo queres
Não queres nada, não
(x4)
Qual era a tua indecisão
Se tu vais sentir por fim
Noites frias sem mim
Não basta só ter a intenção
É preciso dares-te
Sem duvidares que
Tudo o que queres é demais para mim
E eu não consigo dar mais do que posso
Dou-te nada
Quando tu queres tudo
Dou-te tudo
Quando não queres nada
Não vamos fazer disto mais uma canção
Leva-me a sério e ouve o que eu te disse no refrão
Eu não quero ser sempre o teu porto seguro
Mas tenho a certeza que és o meu futuro
Como farei, direi ser o teu predilecto
Partilhar contigo tudo no mesmo tecto
Lamechices que eu amo demais
Estou tão apanhado por ti que só me apetece pedir a mão aos teus pais
Viver alguns tipo anos 60
Onde tudo era tão belo
Virgem, simples, perfeito
Se estás apaixonada não fiques parada
Porque eu
Dou-te nada
Quando tu queres tudo
Dou-te tudo
Quando não queres nada
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Ouvir e repetir - A descrição da Joana
A partir desta semana, serão disponibilizados, todas as quartas-feiras, pequenos registos sonoros com a respetiva transcrição. Será assim possível treinar a pronúncia e a audição.
Esta semana começamos com a descrição da Joana.
Transcrição:
A Joana é uma rapariga portuguesa. Ela é do Porto e tem 19 anos. Ela é alta e muito bonita. Tem os cabelos castanhos e os olhos verdes. O seu cabelo é comprido e encaracolado. Muitas vezes ela gosta de usar o cabelo apanhado. Ela estuda na Universidade. Quando terminar o seu curso ela gostava de ser tradutora.
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