As porta que Abril abriu, José Carlos Ary dos Santos
sexta-feira, 25 de abril de 2014
quinta-feira, 24 de abril de 2014
Falsos amigos - Português/Italiano
Entre o português e o italiano existem algumas palavras que, sendo iguais , têm significados muito diferentes!
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Para ou por? (Solução do exercício)
The solution for this exercise
A solução para este exercício
A solução para este exercício
- Vou dividir este bolo POR todos.
- Este filme não presta PARA nada!
- POR mim podíamos ir ao cinema
- Ele vem do Brasil PARA a semana.
- POR agora é tudo, podem sair.
- Ele está POR dentro do assunto.
- POR mais voltas que dê à cabeça, não sei onde pus a chave!
- Esta flores são PARA mim?
- Quanto é que pagaste POR isso?
- PARA começar, queria uma sopa.
terça-feira, 22 de abril de 2014
O plural das palavras que terminam em "ão"
As palavras que terminam em "ão" podem formal o plural de três modos
Não há propriamente uma regra que nos permita saber quando utilizar uma forma ou outra.
EXERCÍCIO
Coloque as seguintes frases no Plural (não se esqueça de pôr também os verbos no plural!)
- ões (balões, aviões, corações). Esta é a forma mais comum.
- ães (cães, alemães, pães) . Para lembrar "Os cães dos capitães alemães comem pães"
- ãos (mãos, irmãos, cristãos)
Não há propriamente uma regra que nos permita saber quando utilizar uma forma ou outra.
EXERCÍCIO
Coloque as seguintes frases no Plural (não se esqueça de pôr também os verbos no plural!)
- O jogador alemão jogou com o irmão.
- Aquela secção não tem espelho.
- O rapaz é português e a rapariga é espanhola.
- A canção fala do leão selvagem.
- A mão do capitão está queimada.
Veja as soluções na próxima terça!
segunda-feira, 21 de abril de 2014
Expressões idiomáticas - Idioms
ABRIR O JOGO
Significado: dizer a verdade, revelar alguma coisa que era mantida escondida
Exemplos:
- Está na hora de abrir o jogo: estou completamente apaixonado por ti!
- Sem ele abrir o jogo não podemos ter a certeza de quem é a culpa.
domingo, 20 de abril de 2014
Música ao domingo
Clã - Chocolatando
Não sou de grande apetite
Mas tenho fomes assim
Entre o lanche e o jantar
Entre a cama e a despensa
Porque a voz do chocolate
Está sempre a chamar por mim
Sou chéché por chocolates
Oh lá lá, melhor que chicha
Ovinhos, línguas de gato
Barras de 20 quilates
Viro logo cachalote
Nunca chega uma tablete
Para laricas de choc
Não sou de grandes petiscos
Como e não choro por mais
Debico como os pardais
Mas não resisto ao apelo
Do cheirinho a chocolate
Nas minhas fossas nasais
Sou chéché por chocolates
Oh lá lá, melhor que chicha
Ovinhos, línguas de gato
Barras de 20 quilates
Viro logo cachalote
Nunca chega uma tablete
Para laricas de choc
Chocolate, xeque-mate
Mimi chinca, ganda caixa
Com recheio, sem receio
Boca cheia, bola baixa
Chocolantando, me encharco
E de cacau não me farto
Sou chéché por chocolates
Oh lá lá, melhor que chicha
Ovinhos, línguas de gato
Barras de 20 quilates
Viro logo cachalote
Nunca chega uma tablete
Para laricas de chocolate
Choc, choc, chocolate...
Sou chéché por chocolates
Oh lá lá, melhor que chicha
Ovinhos, línguas de gato
Barras de 20 quilates
Viro logo cachalote
Nunca chega uma tablete
Sou chéché por chocolates
Oh lá lá, melhor que chicha
Ovinhos, línguas de gato
Barras de 20 quilates
Viro logo cachalote
Nunca chega uma tablete
VOCABULÁRIO
cheché - expressão familiar para "maluco"
chicha - expressão infantil para "carne"
larica - expressão familiar para "fome"
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Poesia à sexta
UMA PEQUENINA LUZ, Jorge de Sena (Samuel Úria)
Uma pequenina luz bruxuleante
não na distância brilhando no extremo da estrada
aqui no meio de nós e a multidão em volta
une toute petite lumiére
just a little light
una piccola…em todas as línguas do mundo
uma pequena luz bruxuleante
brilhando incerta mas brilhando
aqui no meio de nós
entre o bafo quente da multidão
a ventania dos cerros e a brisa dos mares
e o sopro azedo dos que a não vêem
só a advinham e raivosamente assopram.
Uma pequena luz
que vacila exacta
que bruxuleia firme
que não ilumina apenas brilha.
Chamaram-lhe voz ouviram-na e é muda.
Muda como a exactidão como a firmeza
como a justiça
Brilhando indefectível.
Silenciosa não crepita
não consome não custa dinheiro.
Não aquece também os que de frio se juntam.
Não ilumina também os rostos que se curvam.
Apenas brilha bruxuleia ondeia
Indefectível próxima dourada.
Tudo é incerto ou falso ou violento: brilha.
Tudo é terror vaidade orgulho teimosia: brilha.
Tudo é pensamento realidade sensação saber: brilha.
Tudo é treva ou claridade contra a mesma treva: brilha.
Desde sempre ou desde nunca para sempre ou não:
brilha.
Uma pequenina luz bruxuleante e muda
Como a exactidão como a firmeza
como a justiça.
Apenas como elas.
Mas brilha.
Não na distância. Aqui
No meio de nós.
Brilha.
Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=99988#ixzz2y7cgTWwo
quinta-feira, 17 de abril de 2014
Para ou por?
Será que sabe quando deve utilizar PARA ou POR?
Do you know when to use PARA or POR?
Do you know when to use PARA or POR?
- Vou dividir este bolo ________ todos.
- Este filme não presta ________ nada!
- ________ mim podíamos ir ao cinema.
- Ele vem do Brasil ________ a semana.
- ________ agora é tudo, podem sair.
- Ele está ________ dentro do assunto.
- ________ mais voltas que dê à cabeça, não sei onde pus a chave!
- Esta flores são ________ mim?
- Quanto é que pagaste ________ isso?
- ________ começar, queria uma sopa.
Bom trabalho! E confira as respostas na próxima quarta!
Good work! And see the answers next Wednesday!
terça-feira, 15 de abril de 2014
5 Things You Will Love & Hate about Portugal
The good things and bad things of Portugal, by a foreigner living in the country. Do you agree?
As coisas boas e más de Portugal, na opinião de um estrangeiro que mora no país. Concorda?
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Expressões idiomáticas - Idioms
FAZER VISTA GROSSA
Significado: fazer de conta que não se vê alguma coisa
Exemplos:
- Apesar do penálti ser claro, o árbitro fez vista grossa.
- Para não lhe anular o teste, o professor fez vista grossa quando o João copiou uma pergunta pelo colega.
domingo, 13 de abril de 2014
Música ao domingo
Fala-me de Amor -Santos e Pecadores
Acabei por ter
Um fraco por ti
Que foi como veio
E eu não percebi
E eu não percebi
Pergunto como está
A velha certeza
Será que tu sabes
O que correu mal
A velha certeza
Será que tu sabes
O que correu mal
Hoje eu já sabia dizer
REFRÃO: Ama- me, leva- me p'ra lá do meu horizonte
Falando de amor
Fala- me de amor
Falando de amor
Fala- me de amor
Segue-me, prende-me p'ra lá do meu horizonte
Falando de amor
Fala- me de amor
Falando de amor
Fala- me de amor
Quero-te dizer
Que ainda estou aqui
Todo o tempo à espera
De ti
Que ainda estou aqui
Todo o tempo à espera
De ti
Quero-te alcançar
E estou a pedir
P'ra ser como era
Quando te conheci
E estou a pedir
P'ra ser como era
Quando te conheci
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Poesia à sexta
Ruy Belo - Tu estás aqui
Estás aqui comigo à sombra do sol
escrevo e oiço certos ruídos domésticos
e a luz chega-me humildemente pela janela
e dói-me um braço e sei que sou o pior aspecto do que sou
Estás aqui comigo e sou sumamente quotidiano
e tudo o que faço ou sinto como que me veste de um pijama
que uso para ser também isto este bicho
de hábitos manias segredos defeitos quase todos desfeitos
quando depois lá fora na vida profissional ou social só sou um nome e sabem o que sei o
que faço ou então sou eu que julgo que o sabem
e sou amável selecciono cuidadosamente os gestos e escolho as palavras
e sei que afinal posso ser isso talvez porque aqui sentado dentro de casa sou outra coisa
esta coisa que escreve e tem uma nódoa na camisa e só tem de exterior
a manifestação desta dor neste braço que afecta tudo o que faço
bem entendido o que faço com este braço
Estás aqui comigo e à volta são as paredes
e posso passar de sala para sala a pensar noutra coisa
e dizer aqui é a sala de estar aqui é o quarto aqui é a casa de banho
e no fundo escolher cada uma das divisões segundo o que tenho a fazer
Estás aqui comigo e sei que só sou este corpo castigado
passado nas pernas de sala em sala. Sou só estas salas estas paredes
esta profunda vergonha de o ser e não ser apenas a outra coisa
essa coisa que sou na estrada onde não estou à sombra do sol
Estás aqui e sinto-me absolutamente indefeso
diante dos dias. Que ninguém conheça este meu nome
este meu verdadeiro nome depois talvez encoberto noutro
nome embora no mesmo nome este nome
de terra de dor de paredes este nome doméstico
Afinal fui isto nada mais do que isto
as outras coisas que fiz fi-Ias para não ser isto ou dissimular isto
a que somente não chamo merda porque ao nascer me deram outro nome que não merda
e em princípio o nome de cada coisa serve para distinguir uma coisa das outras coisas
Estás aqui comigo e tenho pena acredita de ser só isto
pena até mesmo de dizer que sou só isto como se fosse também outra coisa
uma coisa para além disto que não isto
Estás aqui comigo deixa-te estar aqui comigo
é das tuas mãos que saem alguns destes ruídos domésticos
mas até nos teus gestos domésticos tu és mais que os teus gestos domésticos
tu és em cada gesto todos os teus gestos
e neste momento eu sei eu sinto ao certo o que significam certas palavras como a palavra paz
Deixa-te estar aqui perdoa que o tempo te fique na face na forma de rugas
perdoa pagares tão alto preço por estar aqui
perdoa eu revelar que há muito pagas tão alto preço por estar aqui
prossegue nos gestos não pares procura permanecer sempre presente
deixa docemente desvanecerem-se um por um os dias
e eu saber que aqui estás de maneira a poder dizer
sou isto é certo mas sei que tu estás aqui
terça-feira, 8 de abril de 2014
Onde estão os erros? (Correção)
Esta é a correção deste exercício
TEXTO
Derrepente tudo ficou oscuro! Parecia que estávamos em inverno. O vento suprava forte e as janelas batião sem parar! Que barulho medoño! Levanteime, encendi a luz e procurei o minho telemóvel. Com o susto, tinha-o pisado e partido. O que mais me pudia acontecer?
CORREÇÃO
De repente tudo ficou escuro! Parecia que estávamos no inverno. O vento soprava forte e as janelas batiam sem parar! Que barulho medonho! Levantei-me, acendi a luz e procurei o meu telemóvel. Com o susto, tinha-o pisado e partido. O que mais me podia acontecer?
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Expressões idiomáticas - Idioms
PASSAR PELAS BRASAS
Significado: dormir um sono curto e ligeiro
Exemplos:
- Estou cheio de sono! Vou passar pelas brasas uns 15 minutos.
- Na primeira aula da manhã, o João está sempre a passar pelas brasas.
Significado: dormir um sono curto e ligeiro
Exemplos:
- Estou cheio de sono! Vou passar pelas brasas uns 15 minutos.
- Na primeira aula da manhã, o João está sempre a passar pelas brasas.
domingo, 6 de abril de 2014
Música ao domingo
Márcia com JP Simões - A PELE QUE HÁ EM MIM (Quando o dia entardeceu)
Quando o dia entardeceu
E o teu corpo tocou
Num recanto do meu
Uma dança acordou
E o sol apareceu
De gigante ficou
Num instante apagou
O sereno do céu
E o teu corpo tocou
Num recanto do meu
Uma dança acordou
E o sol apareceu
De gigante ficou
Num instante apagou
O sereno do céu
E a calma a aguardar lugar em mim
O desejo a contar segundo o fim.
Foi num ar que te deu
E o teu canto mudou
E o teu corpo do meu
Uma trança arrancou
O sangue arrefeceu
E o meu pé aterrou
Minha voz sussurrou
O meu sonho morreu
O desejo a contar segundo o fim.
Foi num ar que te deu
E o teu canto mudou
E o teu corpo do meu
Uma trança arrancou
O sangue arrefeceu
E o meu pé aterrou
Minha voz sussurrou
O meu sonho morreu
Dá-me o mar, o meu rio, minha calçada.
Dá-me o quarto vazio da minha casa
Vou deixar-te no fio da tua fala.
Sobre a pele que há em mim
Tu não sabes nada.
Dá-me o quarto vazio da minha casa
Vou deixar-te no fio da tua fala.
Sobre a pele que há em mim
Tu não sabes nada.
Quando o amor se acabou
E o meu corpo esqueceu o caminho onde andou
Nos recantos do teu
E o luar se apagou
E a noite emudeceu
O frio fundo do céu
Foi descendo e ficou
Mas a mágoa não mora mais em mim
Já passou, desgastei, p’ra lá do fim
É preciso partir
É o preço do amor
P’ra voltar a viver
Já nem sinto o sabor
A suor e pavor
Do teu colo a ferver
Do teu sangue de flor
Já não quero saber…
Dá-me o mar, o meu rio, a minha estrada,
O meu barco vazio na madrugada
Vou deixar-te no frio da tua fala
Na vertigem da voz quando enfim se cala.
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